Pelas grades das celas frias
Olhares procuram a saída.
A espera é grande,
Como é grande o anseio de liberdade.
- Guarda, que horas são?
Pensamentos viajam pelas frestas
Na claridade do dia
Que começa e termina em agonia.
Os olhares ao longe são felizes
O direito de ir e vir é o sonho.
Sonho ceifado, castrado, sofrido,
O sonho de todo dia.
Que começa e termina
Dentro de uma cela fria.
sex, 06/05/2011 - 14:41
Prosa realmente muito expressiva!
Parabéns autor!
ter, 10/11/2009 - 13:01
Belas rimas, gritando por liberdade... Parabéns!