O Bobo da Corte, para agradar ao rei, elogiou seu senso de justiça. Louvou sua capacidade de convencer por meio de um discurso popular. Enalteceu sua humildade e seu espírito democrático. Gabou sua política externa. O rei agradeceu; porém, na primeira oportunidade, achando que o Bobo fora ofensivo só porque dissera a verdade, mandou decapitá-lo.
Moral da história: Há sempre um Bobo da Corte decapitado por um rei.