O homem estava atônito, o monstro observava-o, olhava-o dentro dos olhos. Não havia saída ou escapatória. O suor escorria de sua face, respirava de forma ofegante, estava aflito.
Em um ato de desespero, ele meteu a mão no coldre que estava em sua cintura, retirou a pistola, mirou e atirou.
O homem jazia em sangue com um buraco na cabeça. O monstro também havia sumido, ambos estavam mortos.
O monstro que o aterrorizara era a sua própria imagem enquanto estava de frente ao espelho.
Cuidado ao olhares para o buraco,
pois quanto se olha muito tempo para a escuridão,
a escuridão também olha para você.
qua, 01/09/2010 - 14:32
Parabéns meu amor....Gostei mto você tem talento...Bjus
ter, 31/08/2010 - 12:11
Bela metáfora caro escritor! Precisamos conhecer nós mesmos.
Boas vindas da República dos Autores.
ter, 31/08/2010 - 15:42
Concordo.
Obrigado
qui, 02/09/2010 - 12:55
Texto bem elaborado. Curto e bem criativo,gostei. =)