Vesti minha túnica humana e
fiquei prisioneira do
Mundo feito de enganos,
onde canto e me exalto.
E tu que nunca reparas nem sabes,
que sou alma rara.
Sei que me medes,
me pesas,
observas-me
me destilas.
Revolto-me,
fujo e entristeço.
Crio asas e vôo no silêncio
Como a abelha de flor em flor,
fabricando mel sem colméia...
Nasci livre, como o vento.
Eu quero, apesar da minha idade,
que este amor
Sufocado ainda se expanda.
E dentro da minha ternura,
nestes instantes de beleza calma
Presa neste amor confuso,
meu ser se transfigura.
Por que sinto que o amor é luz e
a mais alta manifestação do ser.
PRISIONEIRA
Enviado por sandra helena q..., sab, 09/01/2010 - 14:04
dom, 17/01/2010 - 11:16
poema belo, grávido de liberdade poética e exaltação ao amor á vida.
dom, 21/02/2010 - 14:21
Muito lindo!